Imprensa

*Podemos fazer a diferença

Revista XIS
21 de Maio 2005

No dia da nossa morte levaremos connosco apenas a vida que vivemos e a sabedoria que acumulámos, pois tudo o resto fica para trás. Cabe-nos, por isso, aprender a viver tranquilamente, sem sobressaltos, saboreando cada momento, sem pressas, mas vivos e inteiros em tudo o que fazemos. Texto Ana Vieira de Castro | Fotográfia Nuno Antunes

Precisamos de aprender a lentidão?
A lentidão não implica fazer o caminho mais "comprido". O caminho é o mesmo, não tem que ser mais curto. É "aquele". Tem uma medida especifíca. (...)

Não quer dizer que tenha que ir muito devagar?
Não. Significa que tenho que ir na velocidade certa, a que tem a ver comigo e que esteja adaptado ao caminho específico que estou a fazer.

Porque andanos sempre a correr?
Talvez porque não queremos olhar para nós próprios. (...)

Como define lentidão?
A lentidão é o poder da harmonia.E raros são os que saboreiam cada momento da sua vida. (...)

Sempre viveu com lentidão ou já experimentou a velocidade?
(...) Nunca me atraso porque saio sempre de casa com tempo, conhecendo de antemão o meu ritmo.

Sente que alguma vez perdeu alguma oportunidade na vida por respeitar tão escrupulosamente essa cadência?
Esta cadência faz pare de mim. Mas não perco nada (...)

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